quinta-feira, 2 de Julho de 2009

explosão de flores...

Por esta altura do ano, o mundo fica mais colorido e florido. São as buganvílias que invadem os nossos sentidos da forma mais inesperada...

Na verdade, durante quase todo o ano as buganvílias "hibernam". Depois, lá para o fim da Primavera, obedecendo a um relógio botânico muito peculiar, rebentam em flor...

E há uma explosão de cor a encher as ruas de Lisboa! Tipo uma pausa musical a que se segue um ritmo eufórico, sob a batuta invisível da natureza. Viramos uma esquina, subimos uma avenida, entramos por um beco... e lá está uma buganvília pendurada dum muro, abrigada num jardim, espreitando dum gradeamento. Inesperada! Serena! Exuberante! Linda demais!

A Bíblia afirma que "a criação está gemendo com dores de parto, esperando o tempo da sua libertação". Quando as buganvílias explodem em flor estão a refrescar essa verdade que um dia nós, juntamente com toda a criação de Deus, iremos ser libertos desta mordaça de humanidade. Haverá uma explosão de alegria, paz e celebração. Esse Verão cósmico está logo aí!


Nota: O nome "buganvília" vem de Louis Antoine de Bougainville, capitão de navio, advogado, matemático e explorador, que se juntou à armada francesa por volta de 1767 vindo a descobrir esta planta no Brasil, de onde é originária. Daí o nome de Bouganvillea.

Samuel Nunes

sábado, 6 de Junho de 2009

amor inigualável...

Este comovente filme é uma ilustração do imenso e inexplicável amor de Deus para com todos os seres humanos.
Vale a pena ver... e reflectir!

(Não se esqueça de colocar em "pause" o podcast da música, na barra lateral)

sábado, 30 de Maio de 2009

minuciosa formiga...

"Minuciosa formiga
não tem que se lhe diga:
leva a sua palhinha
asinha, asinha.
Assim devera eu ser
e não esta cigarra
que se põe a cantar
e me deita a perder.
Assim devera eu ser:
de patinhas no chão,
formiguinha ao trabalho
e ao tostão .
Assim devera eu ser
se não fora
não querer."

Para celebrar o Dia Mundial da Criança - 1 de Junho - proponho escutarmos a "Formiga Bossa Nova" na voz de Adriana Calcanhoto, sobre um poema de Alexandre O'Neill.
Samuel Nunes

Para ouvir a mensagem do Pr. Samuel Nunes, clique no "play" do Podcast (não se esqueça de colocar em "pause" o podcast da música, na barra lateral).


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quinta-feira, 28 de Maio de 2009

vislumbre de Jesus...


Os dicionários definem um maltrapilho como um “esfarrapado”, “roto”, “pelintra”, “mendigo”, “um pedinte”. Mas a definição bíblica de maltrapilho vai muito além, como mostra qualquer exame rápido das Escrituras.

Ao passearmos tranqüilamente pelos corredores da história da salvação, observamos que Deus sempre demonstrou um afeto especial pelos pobres e pequeninos, pelos humildes de coração. Desde o instante em que a teocracia é formada, no monte Sinai, Javé quis de Israel a compreensão de que ele esperava algo mais de seu povo eleito que a mera observância externa à lei mosaica. Com o passar dos anos, foi ficando cada vez mais evidenciado para os israelitas o fato de serem exatamente os maltrapilhos (os anawim — literalmente, “pequenos e pobres” —, como eram chamados em hebraico) o objeto especial da ternura e da compaixão de Deus.

A princípio, o termo maltrapilho tinha contornos somente sociológicos ou econômicos. Os maltrapilhos eram os desabrigados, os sem-terra, os meninos e as meninas de rua, os despojados, a quem um dia Deus tornaria novamente prósperos. Mais tarde, com a influência do profeta Isaías, o termo adquiriu sentido espiritual de enorme profundidade. O ministério de Isaías iniciou-se com uma visão de Deus “assentado num trono alto e exaltado [...]. Acima dele estavam serafins [...]. E proclamavam uns aos outros: ‘Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos...’”. A visão deixou em sua alma uma marca incandescente e indelével: Deus é totaliter aliter, Totalmente Outro. Os sentimentos humanos não podiam tocá-lo, e o pensamento humano não era capaz de contê-lo. Como Charles de Foucauld aprendeu no momento de sua conversão: “Deus é tão grande que há uma distância infinita entre Deus e tudo o que não é Deus”.

A idéia do mistério é ainda desconcertante para boa parte das mentes modernas, mas constitui a pulsação dos profetas e dos santos de todas as eras. Eles sabem que Deus pode fazer qualquer coisa e agirá desde que os homens e as mulheres sejam suficientemente humildes para reconhecer que necessitam dele.

Os profetas posteriores, seguindo os passos de Isaías, chamaram a essas pessoas simples e humildes anawim ou, transpondo para um conceito que possamos entender hoje: “maltrapilhos”. Foi assim que os vocábulos relacionados à pobreza deixaram de ter sentido exclusivamente econômico para também abarcarem nuanças espirituais. No alicerce dessa mutação, estava o princípio de Isaías: Deus executa seus atos divinos somente quando as pessoas reconhecem a insuficiência humana delas próprias (ou, no linguajar dos AA, sua “impotência humana”). Os verdadeiros amigos de Deus foram aqueles que se sentiram realmente pobres diante dele. Perceberam que o ato mais fundamental da religião era o fato de deverem a vida e o próprio ser a Outro. A dependência e a rendição amorosa consistiam para eles próprio fôlego de vida. Os maltrapilhos eram os pobres em espírito, pequenos aos próprios olhos, cientes de sua nudez e pobreza diante de Deus, por isso mesmo entregando-se sem reservas a sua misericórdia.

Era esse o espírito que Deus procurava em seu povo; é a única atitude que condiz com a condição de criatura própria do ser humano. Alia um senso de impotência da pessoa com uma confiança infalível no amor de Deus e uma rendição total à orientação de sua vontade. Os maltrapilhos eram na realidade o remanescente, o verdadeiro Israel para quem as promessas messiânicas haviam sido feitas.

Quando por fim o Filho de Deus abre as cortinas da eternidade e lá em Belém finca o pé na história humana, os que dão o passo de encontrá-lo são os verdadeiramente pobres em espírito: José, Zacarias e Isabel, Simeão e Ana, os pastores e os magos. Esses formaram sua corte, o remanescente sagrado de maltrapilhos prometido pelos profetas. Muito antes, porém, o olhar de Deus havia repousado com afeição especial sobre Maria, a jovem judia de Nazaré. Ninguém era mais verdadeiramente pobre em espírito, tão profundamente ciente de necessitar dele, tão inteiramente rendido a sua vontade. Foi por isso que ele a escolheu para ser a mãe do Messias — o menor e mais humilde na longa sucessão de maltrapilhos.

Como era de esperar, quando Jesus começa seu ministério profético, de imediato identifica o espírito de maltrapilho que havia nele: “... aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração...”. E que dizer do primeiro grupo chamado para o reino? “Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus.”

Meditações para maltrapilhos consiste numa série de reflexões escritas num espaço de 22 anos — anos de alegria e sofrimento, de fidelidade e infidelidade, de compromisso intenso e graves recaídas, de vida desordenada e esforço intenso por ser fiel a Jesus. Compartilho essas reflexões com um alvo específico em mente: não desejando transmitir pensamentos inspiradores, mas esperando despertar, ressuscitar e reavivar uma confiança radical e inamovível no Deus representado em forma corpórea no Carpinteiro de Nazaré. Creio piamente que o esplendor de um coração humano que confie na verdade de ser amado de modo incondicional confere maior prazer a Deus e lhe traz mais deleite do que a catedral mais magnífica jamais erigida ou o órgão mais estrondoso jamais tocado.

Confiar de forma inabalável hoje num maltrapilho é algo extraordinário, porque em geral exige um grau de coragem que chega às raias do heroísmo. Quando a sombra da cruz de Cristo recai sobre as pessoas na forma de fracassos, pesares, rejeição, abandono, desemprego, solidão, depressão, a perda de um querido; quando ficamos surdos a tudo o mais, exceto ao bramido estridente da nossa própria dor; quando o mundo ao redor repentinamente se apresenta como um lugar ameaçador e hostil, bem podemos bradar de angústia: “Como um Deus de amor permite que isso aconteça?”. E assim é lançada a semente da desconfiança, obrigando-nos a uma situação de escolha: nos afastaremos de Deus, ou nos voltaremos em direção a ele mesmo quando a escuridão o esconde de nossa visão? Escolher a luz de Deus na noite escura do desespero é um ato heróico de coragem.

Continuo a deparar com essa escolha nos momentos mais sombrios, solitários e desalentadores de minha vida. Ao convidá-lo a unir-se comigo nessa viagem de maltrapilho, não peço mais de você do que peço de mim mesmo: que confie no amor de Deus não importando o que nos aconteça.

Brennan Manning

[Apresentação feita pelo autor do livro Um vislumbre de Jesus, Editora Palavra, 1ª edição, 201 páginas.]

sexta-feira, 22 de Maio de 2009

desafinado...

Se você disser que eu desafino amor
Saiba que isto em mim provoca imensa dor
Só privilegiados têm o ouvido igual ao seu
Eu possuo apenas o que Deus me deu
(Tom Jobim)

A canção "desafinado" de Tom Jobim foi o símbolo da Bossa-nova. Era um som diferente, um ritmo outro que não encaixava nos ouvidos certinhos duma certa sociedade da época.

O Cristão que segue o Mestre também é um "desafinado" em relação ao ritmo musical imposto por um mundo sem valores espirituais. O Cristão genuíno é um "desalinhado" que não se deixa moldar nem formatar pelo pensamento medíocre que campeia à sua volta.

O desafio é permanente: Ser diferente!
Bem-aventurados os desafinados!
(Samuel Nunes)

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terça-feira, 19 de Maio de 2009

o homem que caiu no buraco...

Quem nos poderá ajudar se cairmos num buraco? Haverá esperança? Veja as alternativas neste filme e vibre com a solução:
(não se esqueça de colocar em "pause" o podcast da música na barra lateral)


sexta-feira, 15 de Maio de 2009

rugas...

O dicionário diz que a palavra “rugas” vem do latim e que significa sulco. E, na verdade, no terreno que é a nossa pele uma ruga é um sulco. Uma marca do tempo que deixa a sua pegada no nosso corpo.

Vivemos em tempos de cremes anti-rugas e de “botoxes” que pretendem obliterar as rugas. O resultado é por vezes artificial. Combater as rugas e as marcas do tempo no nosso corpo é uma guerra perdida à partida. As rugas são naturais. E impedir o seu avanço é como “tapar o sol com a peneira”.

O desafio que vos deixo é essa aceitação tranquila do nosso amadurecimento. Para ajudar está aí a música de António Variações na voz dos “Humanos” – porque não há nada de mais humano do que as rugas.

(Samuel Nunes)

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sábado, 9 de Maio de 2009

a nossa música...


Não deixe de visitar o seu blog Oficina Metanoia diariamente.

Há sempre música diferente, pois todos os dias actualizamos o podcast da barra lateral...

Esperamos que a nossa selecção musical seja do seu agrado!

transforma o meu pranto...


... em dança!



(Quadro de Edgar Degas)

Para ouvir a mensagem do Pr. Samuel Nunes, clique no botão "play" do podcast (porém, não se esqueça de colocar em "pause" o podcast da música, na barra lateral)


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quinta-feira, 23 de Abril de 2009

Ricardo Gondim e Clint Eastwood...

No seu último artigo para a revista Ultimato, o Pr. Ricardo Gondim fala dum dos últimos filmes de Clint Eastwood. Mais uma vez Gondim é certeiro e lúcido na sua análise.



Veja aqui...


domingo, 19 de Abril de 2009

Descoberta: Tony Bellotto...

“Conheci Tony em Ouro Preto e pareceu-me um personagem fantástico” – assim começa Francisco José Viegas o seu prefácio ao livro de Tony Bellotto “Um Caso de Espíritos”. Livro que se lê dum sopetão, este “Um Caso de Espíritos”, é um dos policiais que Bellotto escreveu. Todos têm como protagonista o detective Paulista Remi Bellini: Romântico, amante de blues, sem hábitos regulares de sono, solitário e gingão.

Os personagens que acompanham Bellini são no mínimo tão coloridos quanto ele. Há Elvispresley da Silva, taxista multifacetado; Tati, a misteriosa japonesa que gosta de bolos brigadeiros; a dona da agência de investigação, Lobo, a melómana; Silvana, a evangélica caricaturada e fiel retrato duma certa realidade religiosa nominal; e São Paulo, essa imensa cidade labiríntica e fascinante...

Juntando a estes personagens ingredientes estranhos como o kardecismo e a máfia chinesa ficamos com um caldo policial tramado. Todavia, é isso que nos agarra.

NOTA: Recentemente Tony Bellotto esteve no Fantasporto para promover o filme “Bellini e o Demónio” baseado no seu livro com o mesmo nome.

Apresentado pelo incontornável Francisco José Viegas...

... e acompanhado pela sua gentil esposa, a actriz Malu Mader.

Fotos cedidas pelos meus amigos Armando Pereira e Susana Sobrado a quem envio a devida vénia: Obrigado.

sábado, 18 de Abril de 2009

Appaloosa...

Filmado como se John Ford, Sergio Leone, Clint Eastwood e Sam Peckinpah, nunca tivessem existido, este é um western puro-sangue. O que é aceitável, visto Appaloosa ser uma raça de cavalos nobre e elegante.

O filme, esse tem a nobreza de sentimentos e a elegância típica duma boa “cauboiada”. A beleza melancólica da fotografia remete-nos para a “Paixão dos Fortes” de Ford. O tema eterno da amizade viril e franca entre dois homens lembra-nos todos os filmes à volta de Wyatt Earp e o seu clã. O confronto herói/ vilão faz-nos viajar até “O Homem das Pistolas de Ouro” com Henry Fonda e Anthony Quinn.

Em suma: Um pastiche. Sim. E porque não! Mas um pastiche sublime. Espaços amplos. Índios à solta. Saloon/ bar com mesas de madeira. Tiros. Cadeiras de balouço nos alpendres. Fumo de locomotivas. Território por desbravar. Riachos ao estilo “Malboro Country”. Cavalos, muitos cavalos.. Como os copistas da Idade Média no seu exercício de palimpsesto, Appaloosa tem as marcas de água do genuíno western.

Interpretações sem mácula de Ed Harris, Viggo Mortensen, Renee Zellweger e Jeremy Irons. Curiosidade: Appaloosa é baseado no livro de Robert B. Parker, escritor de romances policiais que nos deu Jesse Stone – adaptado para o cinema de forma visceral por Tom Selleck. Filme único e singular.

quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Blue Note: 70 anos do melhor jazz...


Qualquer fã de jazz que se preze terá pelo menos uma gravação com o selo da Blue Note Records. A editora, uma das mais prestigiadas e duradouras na história da música popular, comemora 70 anos em 2009. A história da Blue Note atravessa todas as tendências do jazz desde 1939, e do seu catálogo fazem parte nomes históricos como Thelonious Monk, Bud Powell, Miles Davis, John Coltrane, Horace Silver, Art Blakey, Herbie Hancock, Wayne Shorter, Ornette Coleman, e ainda alguns mais recentes como Diane Reeves, Wynton Marsalis, Cassandra Wilson. A partir de 1984, data em que foi comprada pela EMI, a Blue Note aventurou-se por outros géneros musicais, embora se mantenha dedicada sobretudo ao jazz.

Leia o artigo na íntegra aqui.


sexta-feira, 10 de Abril de 2009

a cruz de Cristo...


É este o título da mensagem que o Pr. Samuel Nunes nos traz esta semana. Para ouvir, clique no botão "play" do podcast:


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Desejamo-vos uma Páscoa muito abençoada!
Cristo ressuscitou! Ele vive!

quiet nights...

Poderá descarregar esta canção do mais recente álbum da Diana Krall, através do seguinte link:

quinta-feira, 9 de Abril de 2009

três personagens

Por esta altura no calendário litúrgico da maior parte das Igrejas Evangélicas, saltam à retina três nomes que povoam os Evangelhos. Maria Madalena no sepulcro, a chorar; Tomé no quarto a duvidar e Pedro na praia a cear.

Maria Madalena traz-nos toda a dimensão da perda, mas também da mudança emocional radical que se operou nela - "Rabbonni". Tomé ensina-nos que a dúvida pode levar-nos a uma fé mais convicta - "Senhor meu e Deus meu". E Pedro ensina-nos que a restauração para o Serviço do Mestre é possível - "tu sabes que eu te amo!"

A ninguém Cristo trata com rispidez: à mulher chorosa chama pelo nome (carregado da pronúncia Aramaica) - "Maria"; ao incrédulo céptico-urbano desafia calmamente - "põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos"; e ao instável-depressivo recomenda - "apascenta as minhas ovelhas".

Cristo a todos restaura. Cristo a todos encoraja.

E, como é urgente termos encorajadores. O verdadeiro encorajador é aquele que trata das pessoas primeiro, e só depois das circunstâncias. É aquele que alerta: "mão no arado, e nada de olhar para trás". É aquele que exclama: "olhos em Cristo, autor e consumador da nossa fé".

Por causa da trilogia maldita é difícil ser discípulo de Cristo. (mente quem diz o contrário!) Há o pecado dentro de nós (natureza falida); há a pressão à nossa volta (cultura corrupta); e há o inimigo-luz (o pequeno deus-sombra).

Ser seguidor de Cristo é nadar contra a maré e ser resgatador da sociedade. Por isso é necessário alguém exercer o ministério do encorajamento. Os Barnabés (Actos 4:36)!

Sem as fraquezas de Maria, as ambiguidades de Tomé e os defeitos de carácter de Pedro, os Evangelhos seriam menos genuínos e a nossa experiência Cristã ficaria mais pobre. Eles encorajam-me...

Samuel Nunes

sexta-feira, 6 de Março de 2009

oficina metanoia...

Metanoia é uma palavra grega que significa “mudança de mentalidade”; “transformação do pensamento”. O prefixo “meta” traduz a ideia de “ir mais além do que; uma metamorfose mental”. É pois natural concluirmos que a dinâmica da expressão “metanoia” nos anima a progredirmos para além da nossa zona de conforto até uma atitude de afirmação positiva. Isso será um processo de “metanoia”. Daí que quando Cristo nos encoraja “arrependei-vos (=metanoia), e crede no Evangelho” (Marcos 1:15), Ele está a desafiar-nos a uma transformação de processos de pensamento que nos impulsionam para além das nossas limitações – mentais, emocionais e espirituais.

Objectivo

O objectivo da Oficina Metanoia é glorificar a Deus e proclamar ao mundo a Sua Verdade, integrando na Sua família os que crêem, e reproduzir neles o carácter do Senhor Jesus Cristo equipando-os para o Seu serviço no Reino.

Instrumentos

O meio essencial para cumprir esta Missão é pelo blog Oficina Metanoia que servirá de inter-face para vários projectos que tenham o mesmo objectivo.

Visão ministerial

1 – A Metanoia terá uma visão de parcerias

O planeamento da Oficina Metanoia será sempre no sentido de agilizar parcerias. Por isso acarinham-se os laços de cooperação.

2 – A Metanoia será um ministério de proclamação (do grego Kerigma)

A Oficina Metanoia deseja levar aos quatro cantos da Terra o amor de Deus e a esperança viva que há em Jesus Cristo. Será um ministério orientado por Deus a fim de curar feridas mentais, emocionais e espirituais. Para tal, serão essenciais as mensagens Bíblicas, os programas e as músicas disponíveis gratuitamente no blog da Metanoia.


3 – A Metanoia será um ministério discipulador

O ensino Bíblico acutilante e relevante da Oficina Metanoia servirá para edificar o Corpo de Cristo, cultivando a fé dos novos Cristãos e treinando os membros das Igrejas a serem mais semelhantes a Jesus Cristo.

4 – A Metanoia será um ministério gratuito

A Oficina Metanoia não pretende promover rendimentos pessoais. O ministério será sustentado pelas ofertas sistemáticas e esporádicas dos amigos e irmãos que se identifiquem com os valores espirituais da Metanoia.


5 – A Metanoia será um ministério de confiança

A Oficina Metanoia seguirá um padrão rigoroso de excelência e integridade sendo recomendado por Cristãos de referência a quem se presta contas regularmente. Como tal será um ministério que irá sempre comunicar a Verdade de Cristo em que se pode confiar.


Filipe Samuel Nunes